O mês de março desse ano de 2022 é especial para nós praticantes do Reiki Ryōhō! Nesse mês, comemora-se o centenário da nossa prática. Sim, ao contrário do que muito se diz aqui no ocidente, o Reiki Ryōhō não é milenar. O método foi desenvolvido por Usui Sensei a partir da experiência que teve no monte Kurama, no Japão, em março de 1922. Naquele mês, um homem comum, em crise, entra na floresta de cedros, disposto a iniciar uma prática acética que poderia, inclusive, por em risco sua própria vida. Focado em atingir um estado de mente pacificada, o anjin ryumei, Mikao Usui medita ao longo de três semanas, sozinho, na floresta.


A sua experiência no período em que meditou na floresta, presenteou a humanidade com uma prática que, desde a sua época, é vista como uma filosofia de vida, uma forma de encarar a vida e as coisas. Não há mágica no Reiki Ryoho, nem milagre. Há muito pé no chão, e muita força de vontade em ser melhor para si e para o outro. Há um constante trabalho pela melhoria do nosso “espírito”. Há o ato de observar a impermanência das coisas, e trabalhar o desapego. Há um chamado para experimentar a presença absoluta. E, sobretudo, um esforço natural e tranquilo em ser fiel aos preceitos.

A prática do Reiki Ryōhō é atravessada pela cultura japonesa e pela cosmovisão budista e xintoísta, e, por isso, é cheia de história, é complexa, rica e profunda, e acessível a todas e todos! A prática não é religiosa. De budistas a cristãos, de espíritas a ateus, todos são bem vindos à prática do Reiki Ryōhō.

Nesse mês, reforço a minha profunda gratidão a Usui Sensei e a Hayashi Sensei e a todos os professores que compõem a minha linhagem! Estendo essa gratidão a todos os meus alunos que levam adiante esse legado!


Grato,
Nilton

Sobre o autor

Professor do Usui Reiki Ryōhō e de práticas integrativas tais como Florais de Bach e Bioeletrografia, há mais de 10 anos. Graduado em Letras-Português. Estudante de Psicologia.

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